quinta-feira, 31 de outubro de 2019



Leandro Karnal e Santo Agostinho.

Santo Agostinho (430 D.C) e Leandro Karnal (1963)


Como sabemos nós vivemos em função do Tempo e da distribuição do tempo que passa.

Vivemos reclamando especialmente nas grandes cidades de um tempo que nos excede e de uma quantidade de compromissos que ficam além da nossa capacidade de cumpri-los, vivemos correndo e mesmo assim muitas pessoas se atrasam, muitos compromissos não são cumpridos ou não se realizam.

Talvez muitos não entendam que o tempo é uma Commodities,

O tempo é a matéria prima mais importante da vida e parece que vai além da nossa capacidade de controle, como se escapa-se por entre as mãos, mas se você não parar para pensar você não descobrirá que o tempo pode ser mais controlado e sentido, talvez você possa parar de perder esse tempo, e ai sim talvez você descubra que deva sim de alguma forma administrar o seu tempo dentro do previsto para você e vai conseguir impor a esse tempo uma logica racional bem maior.

Existem duas concepções de tempo na história entre outras:

Uma é aquela que Santo Agostinho disse que o tempo é um Don de Deus, que deve ser fruído, ou seja, correr e deve ser fluido, ou seja, aproveitado. Logo o tempo não deve ser medido e alugado, o tempo não deve ser transformado em mercadoria.

Esse é o tempo da natureza esse é o tempo Don de Deus Agostiniano.

Existe uma noção que é a do tempo do mercador, medida por relógio medido por todos os recursos para torna-lo eficaz esse é o tempo do Mercador.

Disso podemos concluir que quanto mais eu tenho esse tempo do mercador, mais eficaz e estressada minha vida fica, quanto mais eu tenho o tempo Don de Deus mais fruída e fluida também fica a vida, é uma opção controlar ou ser controlado pelo tempo.

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